No Dia dos Professores, Sintego Regional Aparecida de Goiânia reforça luta por valorização da categoria

15 de outubro de 2026 às 19:17

Piso na carreira, retroativos, progressões, saúde e condições de trabalho estão entre as principais reivindicações do sindicato

Neste Dia dos Professores, o Sintego Regional Aparecida de Goiânia reforça a defesa da valorização da categoria e destaca como principais pautas a aplicação do Piso Nacional do Magistério na carreira, o pagamento de retroativos do piso e do Descongela, as progressões horizontais e verticais, as titularidades e a garantia de condições dignas de trabalho.

Para o presidente do Sintego Regional Aparecida de Goiânia, Antônio Carlos Gontijo, a aplicação do piso na carreira é uma das principais prioridades do sindicato. “Queremos que o piso seja aplicado na carreira, refletindo em todas as progressões das professoras e dos professores, e não que seja o teto do vencimento”, afirma. O sindicato acompanha o julgamento do Tema 1218 no Supremo Tribunal Federal e também desenvolve, em parceria com o DIEESE, estudos sobre a aplicação do piso.

A saúde dos trabalhadores da educação também está entre as preocupações apontadas pelo sindicato. Antônio Carlos relaciona o adoecimento da categoria à sobrecarga de trabalho, ao excesso de demandas burocráticas, ao uso de múltiplas plataformas e ao número elevado de estudantes por sala. “Valorizar os trabalhadores da educação significa garantir saúde, condições dignas de trabalho e respeito aos seus direitos”, destaca.

Outra frente de atuação é o enquadramento das agentes educativas no quadro do magistério, pauta que o sindicato defende com base na Lei Federal nº 15.326/2026. Segundo Antônio Carlos, o Sintego já realizou reuniões com a Secretaria Municipal de Educação e participa de um grupo de trabalho para discutir a construção da proposta. O sindicato também cobra o avanço das progressões horizontais e mantém o diálogo com o poder público sobre as demais reivindicações da categoria.

“Valorizar as trabalhadoras e os trabalhadores da educação exige luta e não abrir mão de nenhum dos nossos direitos”, conclui Antônio Carlos, ao destacar que o sindicato seguirá acompanhando as pautas da categoria e cobrando medidas de valorização profissional.